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Segurança digitalCriação tecnológica

Educação midiática para toda família.

Educação midiática que atravessa as famílias: da infância à vida adulta. Programação, compreensão algorítmica e leitura crítica caminham juntas, no seu ritmo, sem hora marcada.

Apreender
Tomar para si. Verbo ativo, gesto de quem alcança e questiona.
Problematizar
Antes de produzir, programar, postar: perguntar. "Para quê?" e "para quem?"
Decidir
Compreender é o que torna a escolha possível: ninguém decide por quem já entende.
A Árvore do Crescimento

O progresso que você lê num olhar.

A criança se percebe em desenvolvimento: cultiva uma árvore que só cresce com esforço real, e a forma dela é o relatório — dá pra ver, em segundos, o equilíbrio entre criar, participar e assistir.

Árvore do Crescimento: 11 projetos criados, 9 aulas ao vivo, 12 semanas ativas. 70% do crescimento veio de criar e participar; o restante, de assistir aulas (que tem teto diário por design).

Demonstração com dados fictícios

Frutos

projetos criados: jogos, código, mídia

Tronco

encontros ao vivo: engrossa com constância

Folhas

consumo de aulas: cresce, mas tem teto

Uma árvore só de folhas conta uma história; uma árvore cheia de frutos conta outra.

No painel do responsável, você lê a árvore real do seu filho.

Para quem cuida

As telas não são o problema.
O desenho delas pode ser.

Você não precisa escolher entre proibir e entregar. Existe um terceiro caminho: um ambiente digital desenhado para formar, não para prender.

O que preocupa

Rolagem infinita e recompensa aleatória

Muitos apps são desenhados para prender: feeds sem fim, caixas de surpresa, notificações que puxam de volta.

Na APedê

Aqui não há feed infinito nem sorteio. Cada atividade tem começo, meio e fim: a recompensa é ver o próprio trabalho pronto.

O que preocupa

Horas assistindo, nada criando

O consumo passivo domina o tempo de tela, e assistir não é o mesmo que aprender.

Na APedê

Na APedê, assistir tem teto diário por design. Criar, entregar e participar de aula ao vivo valem mais, sempre.

O que preocupa

Dados de crianças viram produto

Perfis comportamentais, publicidade dirigida e termos que ninguém consegue ler.

Na APedê

Privacidade por padrão, consentimento do responsável verificado e conformidade com a LGPD e o ECA Digital (Lei 15.211/2025).

O lugar de onde falamos.

Três princípios, os nossos pilares, organizam tudo o que a APedê faz: do currículo ao botão, da aula à conversa.

  1. 01

    A criança é ator social, não destinatário

    A infância não é antessala da vida adulta. É categoria social plena, com cultura própria, agência e voz. Aqui a criança fala, produz, decide, não apenas recebe.

  2. 02

    Cada infância tem seu tempo histórico

    Não existe «a infância» no singular. Há infâncias plurais, atravessadas por classe, raça, território, gênero e tempo. As mídias digitais são, hoje, parte constitutiva do que é ser criança no Brasil.

  3. 03

    Letramento digital é leitura crítica

    Não basta saber clicar, programar ou postar. É preciso compreender quem produz, para quem produz, com que interesses.

Gamificação ética

Pontos que medem esforço, não tempo de tela.

As mesmas mecânicas que prendem podem formar: depende de como são desenhadas. As nossas são abertas, explicáveis e alinhadas ao ECA Digital.

esforço > dinheiro

XP não se compra

Pontos medem esforço, nunca pagamento. Entregar um projeto vale 50 XP; assistir a uma aula gravada, 30. Não existe tabela de preços, não existe atalho pago.

anti-vício por design

Consumo passivo tem teto

Assistir rende no máximo 60 XP por dia. Depois disso, a plataforma convida a criar: o limite é pedagógico, desenhado contra o vício, não contra a criança.

zero loot box

Recompensa é persistência, não sorte

Os acessórios da APedê-Cat desbloqueiam por esforço acumulado, com limiar fixo e visível desde o início (o primeiro, laço rosa, aos 50 XP). Sem caixa de surpresa, sem roleta, sem pressa.

Uma marca, quatro modos

Uma marca, quatro modos.

As submarcas não são níveis nem séries, são modos de habitar as culturas digitais. Atravessam as infâncias e seguem na vida adulta.

APdê-Cat sentada na grama: Primeiras Infâncias Digitais
6 a 7 anos

Primeiras Infâncias Digitais

“A primeira vez que o mundo cabe na palma da mão.”

A descoberta. Letramento inicial pela brincadeira, narrativa visual e oralidade.

APdê-Cat investigadora: Infâncias Digitais
8 a 12 anos

Infâncias Digitais

“Compreender o digital que já habita o mundo.”

A imersão. Leitura crítica de jogos, vídeos e redes, sem deslumbre, sem pânico.

APdê-Cat produzindo cultura: Digital
13 a 17 anos

Digital

“Produzir cultura, não só consumir.”

A autoria. Crítica das plataformas, economia da atenção, criação como posicionamento.

Vida adulta

Advanced

“Compreender antes de programar.”

O aprofundamento. Desenvolvimento, IA e autoria digital para qualquer idade adulta.

Tudo para aprender, num só lugar.

Aqui o digital não é meio neutro: é cultura em disputa. Ferramentas que dão suporte ao encontro pedagógico, não que o substituem.

Aulas ao vivo, individuais

Encontros 1 a 1 com o professor, no navegador, sem link externo, sem app pra baixar. A atenção é toda de quem está aprendendo.

Tarefas que rodam e perguntam

O componente roda na sua tela, você edita e vê o resultado vivo. Antes do «como fazer», a tarefa convida a pensar «pra quê».

Chat que é diálogo, não notificação

Tirou uma dúvida? Mandou um achado? Conversa direta com o professor, em tempo real, com histórico.

Um calendário que organiza o tempo

Aulas, tarefas, encontros e desafios. Cada coisa no seu tempo, e o tempo aparece num só lugar.

Aulas gravadas em formato curto

Vídeos curtos, no estilo dos shorts: aprenda em poucos minutos e reveja quando quiser, sem maratona nem algoritmo viciante.

Trilha personalizada pelos seus gostos

As explicações se ajustam ao que te interessa: anime, jogos, quintal, matemática. A leitura crítica do digital vira sobre o que te move.

Perguntas frequentes

O que costumam querer saber antes de começar.

Árvore do Crescimento: 1 projeto criado, 0 aulas ao vivo, 2 semanas ativas. 77% do crescimento veio de criar e participar; o restante, de assistir aulas (que tem teto diário por design).

Sua chegada começa com uma pergunta.

Não é o início de um curso: é o convite a um modo de habitar as culturas digitais. Apreender, problematizar, decidir. No seu ritmo, na sua vida.